Comida de raiz,
marca de rua.
Dois sócios chegaram com uma vontade clara e quase nenhuma informação: vender salada take and go. Algo disruptivo, jovem, atemporal. Não havia nome, nem posicionamento, nem identidade. Só a ideia.
O que a consultoria encontrou ali foi uma tensão produtiva. A ideia falava em voltar ao natural, ao essencial, à raiz. Mas o jeito de contar isso precisava ser tudo o que nenhum concorrente saudável ousava ser: pop, jovem e provocativo. A marca nasceria desse choque.
